Por que felicidade não tem nada a ver com dinheiro

Por que felicidade não tem nada a ver com dinheiro

O segredo da felicidade? O cérebro

O segredo da felicidade? O cérebro
O segredo da felicidade? O cérebro

“Uma força para o bem: A visão do Dalai Lama para nosso mundo”.

Para dar uma pausa em uma longa viagem de carro, o Dalai Lama tinha sido convidado para um almoço oferecido por uma família de posses. Ao usar o banheiro da casa, ele notou que o armário que ficava acima da pia estava aberto.

E não pôde deixar de perceber que estava cheio de remédios para dormir, analgésicos e calmantes.

“Muitas pessoas acham que dinheiro é a fonte de uma vida feliz. Dinheiro é necessário, útil – mas mais e mais dinheiro não traz felicidade”.

De fato, se as pessoas possuem renda suficiente para suprir as necessidades da vida (isso seria cerca de 70 mil dólares por ano, por família), estudos apontam que um adicional financeiro representaria cerca de um por cento de sua satisfação com a vida.

Sendo assim, o que faz a diferença quanto aos nossos sentimentos de bem-estar?

Baseado em novos dados que revelam a reciprocidade entre as áreas pré-frontais do cérebro, que conduzem nossas emoções, e as áreas centrais do cérebro, como a amígdala cerebelosa, que produz sentimentos como raiva e ansiedade, encontrou-se quatro bases sólidas para o tipo de felicidade na vida que não tem nada a ver com riquezas:

1.Recuperação rápida de aborrecimentos

Algumas pessoas se apegam a preocupações e meditam sobre o que lhes está afligindo ou aborrecendo por horas ou mesmo dias. Outros conseguem superar com rapidez aquilo que lhes desconcerta ou irrita, então preste atenção no seguinte: essa recuperação rápida nos ajuda a voltar a um estado de bom humor mesmo quando a vida se mostra dolorosa.

2. Manutenção da positividade

Quando mais negativa a nossa visão geral das coisas, mais elas nos incomodarão. As pessoas que conseguem enxergar o mundo e a vida com otimismo e positividade tendem a se aborrecer ou entristecer com bem menos frequência e relação às provações emomentos da vida.

3. Empatia e altruísmo

Preocupação com nossas próprias questões e assuntos coloca nosso foco somente em nós mesmos. Se pudermos, porém, atentar para aqueles ao nosso redor, perceberemos quando eles precisarem de ajuda. E se os ajudarmos, nosso cérebro nos recompensa com uma onda de bons sentimentos. É um bom ciclo.

4. Foco

Uma mente que vagueia ou fica presa a preocupações tende a nos deixar para baixo, entristecidos. Uma mente que se liberta dessas preocupações e presta atenção ao que está acontecendo no aqui e agora nos torna livres de nossas negatividades e mau humor.

A boa notícia: essas chaves para o bem estar, baseadas no cérebro, podem ser fortificadas. Uma rota direta para isso está em praticar e nutrir um comportamento compreensivo e atencioso. Como diz Davdison, bem estar é uma habilidade na qual podemos melhorar.